Cá Entre Nós.


Segunda-feira , 09 de Novembro de 2009


Tchau.

Para todos que me seguem aqui no blog e leem meus textos, estou abandonado essa página e indo para outra mais fácil de atualizar. Agora só vou escrever lá, mas com o mesmo jeito. :) Eu espero que gostem e claro, confiram:

http://giovanasalles.blogspot.com/ Nos vemos! ((:

Escrito por Giovana Salles às 21h06
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Terça-feira , 20 de Outubro de 2009


Paraíso

Fui para a escola. Voltei tarde, como sempre. Morta de fome. Como sempre. Almoçei. Fui para a sala e deitei. Dormi. Mesmo sabendo que eu não poderia, afinal tenho que fazer minhas coisas. Não gosto de dormir a tarde. A luz me incomodava, então coloquei uma almofada no rosto, virei para o lado e com a mão embaixo do pescoço, adormeci.

 Era um dia bonito, eu estava em Guaxupé. Sentada com a minha amiga em um banco de madeira, olhei passar um cara bem vestido. Ele trazia uma guitarra com ele. Fui lá, peguei a guitarra e levei para mostrar para a minha amiga. Era preta, velha, mas bonita. Ele continuava a andar e eu corria atrás. Tinha que devolver a guitarra. Devolvi e ele me chamou paa andar de bicicleta. Eu não sabia então fomos correndo. Minha amiga atrás de bike.

Chegamos em uma descida de grama. Eu lembro que tinha medo de cair nela. Não era boa para equilibrar. E então quando eu tentava superar o medo me veio o pensamento "Preciso acordar" Só que eu não estava no sofá. Estavana antiga beliche da minha casa. Dormindo. Eu estava sonhando que tinha um sonho. Já em São Paulo, o dia estava bonito também e minha mãe veio me acordar. Ela dizia: Não dorme, você não pode dormir! Mas eu queria ficar no sonho da bicicleta. Ao mesmo tempo, não conseguia me mexer. As mãos ia ficando pesadas, e algo me puxava para baixo, me impedia de mover um centímetro sequer. Eu tinha conciência que deveria acordar, mas algo me impedia de abrir os olhos. Tive medo que estivesse morrendo. Então, mesmo de olhos fechados, consegui sentir o olhar da minha mãe, pedindo para eu acordar. Pensei muito e com toda minha força de vontade, movi um braço para trás. Rápido, forte. E então estava tendo a noção da realidade. Minha mãe não estava ali e eu estava no sofá. Mesmo assim continuei sonhando por mais algum tempo. Minha mãe disse que estava fazendo pão e que precisava da minha ajuda. Mentalizei o olhar dela e mesmo querendo muito ficar no sonho irreal, tinha que abrir os olhos e ajuda-lá. Abri. Acordei assustada. Minha mão doía. Não era um sonho mais. Estava cansada ainda. Podia voltar a dormir. Mas tive um medo real de morrer. Corri rápido, sem ver muito bem o que fazia. E entrei no chuveiro.

No banho percebi o que tinha acontecido e comecei a chorar. Chorei, porque no sonho eu havia morrido. E o paríso era minha mãe ali comigo, fazendo pão. O dia claro, o silêncio e a expectativa de esperar o resto da família para o   7atal. Era esse o meu paraíso. Detalhe: era eu deitada, mas 7 anos mais nova. Chorei porque tive medo de morrer. Chorei porque achei lindo, minha mãe ser meu paraíso. Chorei por saber que meu céu existe na terra. É a época de natal, de família reunida, de comida na mesa. De ajudar a preparar a comida. O sonho me lembrou quando eu era pequena e ficava sozinha com a minha mãe em casa. A mesma sensação de paz. Chorei de felicidade por tudo não ter passado de um sonho diferente. E uma vontade muito grande de viver e de mostrar o meu amor pela minha família e meus amigos tomou conta de mim. Saí do banho, coloquei uma roupa e abracei meu paraíso. As lágrimas rolando. Mas dessa vez, eu sorria.

Escrito por Giovana Salles às 17h05
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Sábado , 10 de Outubro de 2009


Resposta.

Enfim, atualizado.

Não tenho muito o que falar hoje, então sai procurando alguns textos aleatórios que eu escrevi para publicar aqui. Algo diferente do que eu comento no blog. Mas o texto que eu realmente queria não está aqui. É um conto de terror que eu fiz aos 11 anos. Ficou tão bom que até foi solto  em um site por um tempo. Mas não me lembro de onde eu o guardei. Então pensei em colocar o começo do livro que eu estou escrevendo e percebi que é grande demais.

Como não estou muito afim de escrever sobre o que eu fiz nos ultimos dias, e estou sem inspiração para escrever um conto novo, vou colocar aqui um texto que não é meu.

É um comercial de tv, que desde a primeira vez que eu vi, adorei.

Vocês já devem conhecer.

até hoje não se tem certeza de onde viemos. os filósofos ainda querem entender quem somos. e existem umas duzentas teorias para onde vamos. os economistas querem explicar a crise. os cientistas como o cérebro funciona. como você pode ver, não são as respostas que movem o mundo. são as perguntas.

 

Concordo realmente com o que diz. Meu pai não. Ele fala que saber as respostas é o que importa. Mas se todos tivessem as respostas, ninguém tentaria melhorar.

 

E minha vida é feita de perguntas. Como a da maioria das pessoas. E eu não sei se um dia terei as respostas que busco. Mas é necessário lutar. Pelas respostas, pela verdade, por aquilo que você acredita.

 

Todo esse meu espírito de lutar pelo seus ideais, vem de duas coisas basicamente. A primeira é ouvir engenheiros do hawaii. Se você nunca escutou,ouça. Tenho duas preferidas. Alucinação e Refrão de Bolero.

A segunda é que comecei a ler a biografia de Che Guevara. Ainda não li muito, então não posso falar muito. Mas já percebi que se todos fossem como ele,  o mundo seria muito melhor.

 

Bom, melhor parar por aqui ou  começo a puxar um assunto a outro e ai ja viu, né?

 

Para finalizar: você faz suas escolhas e suas escolhas fazem você.

É outra frase de comercial que eu gostei.

 

Um beijo, até a próxima.

 

Me siga no twitter: www.twitter.com/giovanasalles

Escrito por Giovana Salles às 13h22
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Terça-feira , 08 de Setembro de 2009


É gol!

Quando eu era pequena, minha mãe e minha irmã eram palmeirenses (ainda são, deixo claro). Antes que me fizessem torcer para o verdão, minha outra irmã me "converteu" para o tricolor paulista.

Eu amo futebol. Todo domingo vejo jogos, torço, xingo, grito gol e esqueço um pouco dos problemas. Tento assistir os programas de esporte, gravar nomes de jogadoes, posições, datas de jogos... Tudo relativamente fácil, já que faço porque gosto.

Mas não sou alienada. Não vivo em função disso, não recebo dinheiro quando meu time ganha e principalmente não brigo por isso. Alias, está aí uma das coisas mais absurdas que eu já vi. Já acho uma tremenda ignorância quando as pessoas brigam por religião. E olha que estou falando de religião. Algo que guia os princípios de muita gente. Agora, imagine então brigar por time?

Sou são paulina, chamo corinthiano de maloqueiro e palmeirense de porco. Mas é claro, todos de bricadeira. Tenho amigos de todas as cores, todos os times.

Aguento minha mãe falar do São Paulo e chamar todo mundo de biba. E nem por isso apelo e brigo com ela.

O que eu realmente não gosto é quando o preconceito entra, e o futebol vira coisa de vagabundo e homem. Sou mulher, tenho educação e outras preocupações, mas me dou o direito de torcer pelo meu time.

E se existe alguém gay em qualquer clube, isso não é problema meu. Liberdade de escolha, certo?

Então o fato é, que enquanto as pessoas se matarem nos estádios, baterem em gente que usa camisa de time na rua, eu não vou poder ver meu time jogar no morumbi e nem usar minha camisa do São Paulo.

Mesmo assim, continuo torcendo, brincando com os adversários, comentando jogos do meu time. Porque gosto de torcer, vibrar, gritar, chorar, comentar e soltar o grito de gol. Melhor ainda se for do lindo do Dagoberto. (gosto de futebol, mas não sou cega, certo?) :)

Um beijo, até a próxima.

me siga no twitter: www.twitter.com/giovanasalles  

Escrito por Giovana Salles às 22h13
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Quarta-feira , 08 de Julho de 2009


Sorria, mesmo que...

Faz muito tempo que não escrevo no blog. Estava com um pouco de falta de assunto. Mas aí aconteceu uma coisa que me fez parar para pensar e por consequência escrever. Michael Jackson morreu. Sim, esse post é sobre ele. Você deve estar se perguntando porque eu não escrevi antes, já que faz mais de uma semana que ele se foi. Eu não sei. Mas acho que não conseguiria. Estava realmente abalada. O que chorei nesses últimos dias é algo que é difícil descrever.

            Assumo. Não era fã de Michael. Não fã, fanática mesmo. Talvez se eu fosse um pouco mais velha e tivesse visto os tempos de “Thriller” eu seria uma fã dele. Mas infelizmente só peguei a parte em que o julgavam e diziam o quando seu rosto era estranho. Lembro quando eu era mais nova de simpatizar com ele. Mesmo com seu rosto tão mudado. Ele me passava uma boa sensação. Eu gostava de Michael sem ter a noção de quem ele era.

            E então, um dia eu estou em meu quarto, quando minha mãe me chama e diz: “Olha a manchete”.Na tv, imagens de um helicóptero e os dizeres: “Michael Jackson morre”. Quando eu terminei de ler, levei a mão à boca e disse: “Não!”. Mal sabia eu, o quando a morte dele iria me afetar. Depois disso, todos os lugares da tv, falavam somente dele. Mostravam imagens dele em seus clipes mais famosos. Em outros momentos uma multidão de fãs em lugares históricos (para Michael), dançando e chorando.

            Coincidência ou não, eu entrei de férias. E então tinha a minha disposição todos os programas da tv sobre ele. Comecei a assistir. Vi durante o dia todo a programação especial da MTV sobre Michael. Clipes, (fantásticos, por sinal) Fãs chorando, homenagens por todo mundo, recordes batidos, sua vida polêmica... Fiquei sabendo de muita coisa. Seus cd’s estavam vendendo muito depois de sua morte.

            No começo fiquei apática à situação. Eu nunca tinha visto o clipe “Thriller” inteiro, em seus 14 minutos. Quando vi, eu disse: “Porque só agora vejo isso?”

            A primeira vez que chorei, foi assistindo o Globo Repórter sobre ele. Não segurei. Me surpreendi quando vi as lágrimas rolarem com tanta facilidade. Depois disso, comecei a baixar todas as suas músicas, seu vídeos, acompanhar as notícias, rezar por ele, e até sofrer como uma fã. O que Michael representou para a música é algo que não se pode descrever. Queria ter vivido na época em que lançaram Thriller. Queria ver Michael dançando o Moonwalk. Queria vê-lo no Brasil. Queria saber como é ver surgir um ídolo de tamanhas proporções. Mas mesmo não vendo o surgimento de um ídolo, um pop star, um rei, eu vi a saída de Michael para a entrada de um Mito.

            O que se falou dele é algo que não se compara. Não teve um jornal que não dedicasse ao menos uma notícia sobre sua morte.

Tenho certeza de que os filhos que eu terei gostariam de estar vivos agora.

 Pode ser que eu seja um pouco megalomaníaca. Admito que gosto daquilo que move multidões e cresce além dos limites.

É por isso que amo Michael. Não existe ninguém que ultrapassou tanto os limites como ele. Além da criatividade. Ele chegou ao ápice. Muitos podem tentar imitá-lo, fazer muito sucesso ou cantar suas músicas. Mas ninguém será como ele. Porque além de único ele foi o primeiro.

            Quando era criança, achava que uma pessoa era realmente querida pela quantidade de pessoas que compareciam ao seu velório. Uma ideia estúpida talvez. Mas eu pensava assim. Hoje, tive a confirmação de que Michael era amado. O seu funeral foi transmitido aqui no Brasil pela tv aberta em 7 canais simultaneamente. Todas emissoras interromperam sua programação para transmitir a despedida ao Rei. Nem preciso dizer que chorei muito. Chorei quando vi o tamanho da estrutura que montaram para o “acontecimento”. Chorei quando cantaram as músicas dele. Mas os momentos mais emocionantes para mim foram quando uma mulher (que eu não me lembro o nome agora), comparou Michael ao Pequeno Príncipe. Quando ela começou a dizer uma parte do livro, eu não me segurei. Havia chorado lendo e chorei ouvindo. No final ela dizia. “Ele era tão frágil que um sopro poderia apagá-lo” Então ele não era o Rei do Pop. Ele era o Pequeno Príncipe. Outro momento em que chorei, foi quando a voz dele apareceu de fundo, dizendo frases de uma música. Ouvir a voz de Michael e ver o caixão dourado à frente eram duas coisas que não combinavam. Chorei quando seu irmão cantou sua música preferida. “Smile” composta por Charles Chaplin. Ele tinha uma voz bonita, a música tinha uma bela letra, e o mais emocionante foi vê-lo vacilar enquanto cantava. Foi triste também quando seu irmão foi ao fim falar algumas palavras e não conseguiu. Ele disse “Quem sabe assim eles te deixam em paz”. E chorou. E eu chorei. E o momento em que mais derramei lágrimas, foi quando sua filha, tão frágil e sincera, disse: “Eu só queria dizer que desde quando eu nasci, papai foi o melhor pai do mundo. Mas do que eu poderia desejar. E que eu te amo.”.  Para uma menina de onze anos que deve ter crescido ouvindo que o pai era esquisito e louco, deve ter sido muito difícil falar aquilo. Derramei boas lágrimas, e solucei chorando um pouco mais.

 

            O que fica para mim de Michael é toda a sua música, sua dança, seu sorriso. Gosto de ver os vídeos dele cantando, dançando e provando que ele nasceu para isso. Não me importo com as críticas, com quantas plásticas ele fez, com quanto ele gastava. O que importa é que eu nunca esquecerei desse dia, em que 2 bilhões de pessoas assistiram seu funeral. Nunca esquecerei de suas músicas e de seu jeito de dançar inconfundível. Nunca esquecerei do seu sorriso que para mim era a coisa mais linda do mundo. O que fica para mim era que sua alma era boa, e que ele só queria fazer o bem. Não importa a aparência que ele tenha hoje, ou que já teve quando era criança. Afinal, O essencial é invisível aos olhos.

Escrito por Giovana Salles às 00h13
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Terça-feira , 26 de Maio de 2009


Saudades.

Ultimamente ando com saudades de certas pessoas. Para ser mais clara, das minhas irmãs. Elas estão morando em outro estado e isso é terrivelmente triste. Vejo-as pouco e para quem tem tanta saudade como eu, msn, orkut, telefone não resolvem nada. Tenho saudade da presença delas. De ouvir a voz, as risadas, de abraçá-las e dizer que as amo muito. De dormir no mesmo quarto conversando até as duas da manhã sobre coisas completamente banais. Saudades de acordar e tomar café com elas, de sair, de comentar livros, filmes, dar conselhos receber conselhos e chorar junto, mas rir também. Rir muito. Eu sei que elas estão bem. Estão felizes e nunca vão se esquecer de mim. Mas mesmo assim sinto falta delas. E se sinto saudade é porque os momentos que vivemos juntas foram bons. E eu quero viver muitos outros momentos desses com elas.

            Sempre penso que o melhor para as duas é isso. Mas hoje quero ser egoísta e desejar só um pouquinho tê-las aqui do lado. Nem que seja para brigar comigo. Só a presença delas já me faria feliz.

            Nas férias vou vê-las. E já estou contando os dias para isso. Na verdade faz uns sete anos que sempre conto o dia para tê-las por perto. E passa tão rápido quando elas estão próximas de mim! Nada parece que esta ruim. Os dias são bonitos, meu cabelo fica bom, eu estou feliz e todos riem sempre.

            Não vou mentir dizendo que nunca brigamos e somos irmãs perfeitas. Mas todas as brigas acabam com uma reconciliação e elas são as irmãs perfeitas para mim. Na verdade elas são únicas. E eu as amo muito. E é exatamente por isso que as quero pertinho de mim.

Sabe o que eu faço quando tenho saudades? Penso nos bons momentos, conto os dias para vê-las de novo, e dou uma passada no MSN para conversar com minhas maninhas. Ou uma ligadinha. Um scrap talvez. Mesmo que não mate nem um pouco a saudade, essas ferramentas me ajudam a esquecer um pouco que elas estão longe e sentir a alegria das duas, aqui, perto de mim.

 

 

Ana e Beatriz eu amo vocês!  

Escrito por Giovana Salles às 21h29
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Quinta-feira , 21 de Maio de 2009


Escolhas Certas.

Hoje observei o mundo. Não, não fiz uma viagem para o espaço. Observei na minha mente. Pensei nas pessoas, sem suas atitudes e em suas vidas. Não sei se cheguei a alguma conclusão. Nem sei se fiz isso para chegar a alguma coisa. O fato é que fiz e preciso contar o que percebi.

            Pessoas mentem – e isso é extremamente triste. (Não que eu não minta. Assumo isso com muita vergonha, mas é preciso deixar as coisas claras.) O problema é que mentir não é nada bom. O fato de contar uma mentira para alguém que você ame, mostra falta de confiança naquela pessoa. A confiança necessária para saber que mesmo você falhando, ela irá te perdoar.

            Pessoas guardam rancor – perdoar significa esquecer. E muitas vezes a gente não sabe disso. “Vamos esquecer até que eu possa jogar isso na sua cara em outra briga”.Não acho que seja por aí.

            Pessoas não respeitam – o meio ambiente, os animais, os outros, elas mesmas.

            Pessoas são hipócritas – Falam algo e fazem totalmente ao contrário.

Mas, achei outras coisas sobre a gente. Só que agora boas.

            Pessoas amam de verdade – e mesmo quando não contam algo, elas não mentem. Mentir é para os fracos, os fortes enfrentam a verdade.

            Pessoas esquecem – coisas ruins e por consequência perdoam. Ainda bem!

            Pessoas respeitam – quando são sinceras, educadas e honestas, com os outros e com elas mesmas.

            Pessoas têm opinião – algumas falam e fazem. Outras mudam de ideia. Mas, quem somos nós para julgar?

 

MORAL DA HISTÓRIA: Todos nós falhamos. FATO. O que nos faz bons ou ruins, é que temos o poder de mudar. Temos sempre outra escolha. Outra chance. Outra oportunidade de fazer a coisa certa.

 

E não é que no fim eu cheguei a uma conclusão?     

Escrito por Giovana Salles às 21h32
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Domingo , 17 de Maio de 2009


Como Resolver as Dificuldades para Criar.

Estou com um problema grave. Falta de inspiração. E isso é realmente sério. Quando não temos inspiração tudo fica ruim. Os textos, os pensamento, as críticas, até o livro que estou escrevendo sofre com isso, (na verdade ele é o maior prejudicado pela pouca motivação). A pegunta é: Por que estou com falta de inspiração? Talvez hoje, no mundo em que vivemos isso seja comum. Tanta coisa ruim acontece. É gente que rouba, mata, xinga. E convivemos com isso como se fosse normal. Talvez essas coisas fiquem tão próximas da gente que acabem poluindo nossas almas e desmotivando nossos pensamentos e ideias. Quando isso acontece ficamos sem inspiração, e nada dá certo. Porém  aqueles que conseguem vencer a completa falta de motivos/inspiração, fazem coisas incríveis como escrever, pintar, criar.  Mas, como o que eu quero fazer aqui é dar soluções e não só apontar os problemas, eu tenho uma receita para vencer o desânimo.

Veja notícias boas, (espero que você não seja daqueles que só assistem Brasil Urgente), leve as coisas com bom humor, (não precisa ser nenhum comediante stand-up para rir de certas situações), leia mais, (ler inspira, faz sonhar, motiva), veja mais filmes, (filmes inspiram, fazem sonhar, motivam), escute muita música, (eu tenho minhas sugestões para músicas que podem inspirar, engenheiros do hawaii e beirut), ande mais perto de quem você ama, (e diga sempre eu te amo).

Pelo menos comigo funciona. E caso nada disso dê certo com você, tenho mais uma dica: durma. Talvez venha um sonho inspirador e tudo pode mudar.

 

Escrito por Giovana Salles às 14h13
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Sábado , 16 de Maio de 2009


Um post sobre o NADA.

Essa é a primeira vez que escrevo nesse blog. Não é a primeira vez que eu tenho um blog, mas os outros estão ai esquecidos no mundo da internet. Eu sempre começo um e nunca sigo em frente. E geralmente eu sou assim. Começo algo animada e não consigo terminar. Mas estou fazendo uma promessa para mim mesma que não vou abandonar esse blog. E vou postar tudo que eu quiser o máximo que eu conseguir. E para começar com o pé direito eu farei um post sobre o NADA. Vocês não tem a idéia do quanto é difícil fazer um post sobre o nada. Afinal qualquer coisa que eu escrever vai virar alguma coisa e meu post não será sobre o nada. É como quando você tenta não pensar em nada. Quando eu era menor, fazer isso era tortura. Porque eu sempre imagina que o nada era um muro branco. E quando imagina esse muro, eu não podia deixar de pensar que alguém poderia pixa-lo. e então pensava em  um grafite, na pessoa que o fez, no que leva a pessoa a grafitar o meu muro do Nada. E pensava que esse muro deveria estar em algum lugar. Mas onde? Então imagina a casa, a cidade, o país... Chegava ao mundo depois ao universo e minha tentiva de não pensar em nada se dissolvia como nescau em leite quente. O fato é que o dia em que eu conseguir postar sobre o nada, esse post vai ser muito bom. Porque eu tentei. O problema é que acabei falando do quanto minha imaginação é fértil. Talvez seja um problema das pessoas criativas (sim, eu sou uma delas, como já deu para perceber só pelo muro).  Elas nunca conseguem pensar ou fazer nada. Sempre tendo idéias, falando coisas, ouvindo besteiras e tetando entender de tudo. Elas só não entendem é do nada

Escrito por Giovana Salles às 22h41
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